Crianças e adolescentes online, temos um problema?

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Os comportamentos “digitais” dos jovens, contrapondo aos comportamentos da “vida real”, preocupam cada vez mais os pais, os educadores e muitas vezes os próprios jovens.

Sempre que existem inovações tecnológicas, surge a preocupação com os comportamentos que estas originam.

Será que estar online é prejudicial para as nossas crianças?

Será motivo de infelicidade ou mesmo de doença?

Existe uma ligação entre estar online e os sintomas de perturbações na saúde mental, suportada por diversos estudos. Os utilizadores mais novos, que passam mais tempo no Instagram, Facebook e outras plataformas tem taxas mais altas de sintomas de ansiedade e depressão do que aqueles que passam menos tempo conectados.

Um estudo de 2019, onde se ouviram mais de 6500 adolescentes entre os 12 e os 15 anos, reporta que mais de 3 horas diárias passadas em redes sociais estão associadas a sintomas depressivos.

Por outro lado, os estudos também revelam que a utilização moderada de jogos e de interações online, trazem benefícios para a saúde mental.

Há, no entanto, uma questão que estes estudos não respondem: Será que os adolescentes que sofrem de isolamento e de sintomas depressivos procuram passar mais tempo online?

Seja qual for a resposta, é importante que os pais e educadores saibam como devem exercer a sua função para garantir, boas práticas e utilização responsável das novas tecnologias:

Manter-se vigilante e verificar com regularidade a utilização de jogos e de redes sociais por parte dos adolescentes.

Quando se verifiquem sinais de perturbação ou de comportamentos negativos, guiá-los para novos hábitos.

Os sinais depressivos são para ser levados a sério.

Certifique-se que os seus adolescentes estão envolvidos em atividades sociais offline, onde possam desenvolver a sua identidade e a autoconfiança.

Desligue as notificações automáticas e alertas caso verifique que elas obrigam a uma monitorização constante do telefone.

Procure sinais de baixa autoestima. Os efeitos negativos das redes sociais verificam-se com maior frequência, quando a autoestima dos adolescentes está em baixo.

Desligue-se das redes sociais e passe mais tempo de qualidade em família, institua as refeições sem dispositivos.

Jogue ou navegue na internet com os seus filhos, está atividade permite incutir-lhe os seus valores e podem aprender juntos. Esta estratégia está ligada a resultados positivos na utilização da internet.

Declare o quarto como zona sem telefones a partir de uma hora especifica e durante a noite.

Encoraje os seus filhos a serem honestos nas redes sociais e mostre-lhes que não existe nenhum problema em desligarem-se de interações que causem stress ou infelicidade.

Estas são algumas boas práticas para uma utilização equilibrada das redes sociais e dos jogos por parte dos adolescentes. Como tudo o que é novidade, é um processo de aprendizagem constante e cada um deverá estar alerta para os sinais específicos dos seus filhos.

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